Slackline ganha mais adeptos ao redor do mundo

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quarta-feira, 07 junho 2017
Esportes Radicais

Cada vez mais comum, o Slackline vem deixando de ser apenas uma atividade física ou simples brincadeira para se tornar um esporte, com competições e diferentes modalidades, reunindo participantes ou admiradores ao redor da fita.

Basicamente, é uma prática corporal de equilíbrio, na qual uma fita estreita e flexível, em geral de nylon ou poliéster, é esticada entre dois pontos fixos para que o praticante realize movimentos, estáticos ou dinâmicos, sem se desequilibrar. A ideia principal é encontrar a harmonia entre a mente e o corpo.

Inicialmente, lá nos anos oitenta, alguns montanhistas, quando não tinham condições favoráveis para a escalada, esticavam as fitas de seus equipamentos para se exercitar ao tentar se equilibrar sobre elas. A coisa ganhou forma e hoje já é dividida em modalidades, de acordo com determinado movimento.

Muitos outros atletas de diversas modalidades praticam o Slackline para elevar o nível de atuação em seus outros esportes como skate, surf e escalada, principalmente, por conta de adquirir maior resistência física e concentração.

Conheça as modalidades de Slackline:

 

Trickline

Modalidade em que a fita é ancorada  em uma altura média de 1,5m. Os praticantes  manobram sobre a fita, sendo necessário muita concentração e equilíbrio. A fita utilizada para esta modalidade possui, em geral, 50mm de largura.

Praticante realizando manobras e saltos em cima da fita. Foto por: iStock

Highline e Longline

Modalidades praticadas em maiores distâncias e alturas em uma fita tubular de 25mm, ancorada em pedras ou prédios. A diferença entre o Highline e o Longline é que o primeiro fica suspenso em grandes alturas, sendo indispensável o equipamento de segurança. Para ambos, é necessário um grande preparo físico para manter-se equilibrado.

Atleta desafiando grandes alturas nesta modalidade. Foto por: iStock

 Waterline

Praticada sobre a água (rios, lagos e praias), para esta modalidade não existe padrão para a largura da fita, que pode ser ancorada em pedras ou árvores de ambas as extremidades. É uma das modalidades mais recreativas do esporte, até por não haver um contato com o chão direto nas quedas. Não existe necessidade de equipamento de segurança.

O atleta Gidean se equilíbra sobre as águas do mar carioca. Foto por: Rodrigo Nunes

Yogaline

Relativamente nova, nesta modalidade são desenvolvidos movimentos estáticos inspirados em movimentos da própria Yoga, sendo buscado por muitas pessoas e sendo praticada em parques e praças.

 

Praticante desenvolvendo movimentos mais suaves em relação às demais modalidades. Foto por: iStock

 

 

Redator da matéria: Rafael Lardieri, de Santo André.

Rafael Lardieri

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